Pandolfo & Co

Consultoria · Execução da Estratégia

O plano foi aprovado. E a rotina continua a mesma.

Isso não quer dizer que algo deu errado. Quer dizer que a empresa cresceu mais do que o jeito de gerir que a trouxe até aqui. A Execução da Estratégia existe para esse momento: preparar a organização para fazer o plano acontecer.

Conversar com o Thiago

Talvez você reconheça alguma destas situações

  • O plano foi aprovado e apresentado. Meses depois, a operação segue igual.
  • As decisões importantes ainda passam por você. Quando você não está, elas esperam.
  • O que funciona está na cabeça de algumas pessoas. Quando alguém sai, o jeito de fazer sai junto.
  • Cada área tem a sua lista de prioridades, e todas parecem urgentes.
  • A reunião de resultados vira uma discussão sobre como o número foi calculado, e não sobre o que fazer com ele.
  • Você só descobre que o mês foi ruim quando o mês já acabou.
  • Os projetos de longo prazo continuam no papel, porque o dia a dia sempre vence.
  • A empresa comprou um sistema, mas o processo que ele deveria apoiar nunca foi desenhado.
  • Na cooperativa: a cada troca de conselho ou de diretoria, o planejamento recomeça do zero.

Nada disso é falta de competência. As pessoas decidem o tempo todo, e decidem bem. O que falta é o encadeamento: a decisão de uma reunião não chega à seguinte, e a soma de boas decisões locais não produz o resultado que o plano pedia. É uma questão de modelo de gestão, e modelo de gestão se resolve com mecanismo.

E se o receio for a própria consultoria

Muita gente que já pensou em contratar uma consultoria tem dois receios. O primeiro é o consultor que chega desqualificando o que já existe. O segundo é o que entrega um modelo bonito e vai embora.

Aqui o trabalho parte do que a empresa já tem e do jeito como ela já nomeia as coisas. E é construído junto com a equipe, desenhado para terminar quando ela não precisar mais de nós.

O que muda

  • A equipe conduz os encontros de decisão sem depender do dono na sala.
  • Você recupera tempo, porque a operação deixa de precisar de você para andar.
  • Poucos indicadores, bem calculados, fazem a diretoria discutir o negócio.
  • Menos iniciativas em andamento, e as que começam terminam.
  • O conhecimento fica registrado na empresa, e não na cabeça de quem está lá hoje.
  • O conselho vê a prova de que o plano saiu do papel.
  • Na cooperativa: o que foi montado continua rodando depois da troca de gestão.

Um método que nasceu da prática

O método foi construído a partir de mais de 25 anos de Thiago Pandolfo como executivo em operação, negócios, gestão da mudança e inovação, 21 deles no Sicredi. Depois foi ajustado em projetos com cooperativas e empresas. Cada regra dele existe porque alguma coisa funcionou, ou deixou de funcionar, na prática.

Como o trabalho acontece

Nenhuma etapa tem prazo fixo. O ritmo depende do ponto de partida da empresa e da dedicação da equipe.

  1. Conversa inicial

    Entendemos o momento da empresa e onde faz sentido começar. Daqui sai o escopo do trabalho e o ponto aonde se quer chegar.

  2. Mergulho na empresa

    Lemos como o negócio opera de fato: registros, sistemas, agendas, fluxos e a forma como a equipe dá nome às coisas. Tudo o que concluímos volta para a equipe, que confirma ou contesta.

  3. Estruturação

    Desenhamos com a equipe os encontros de decisão, os indicadores que eles usam, quem responde por cada um e o plano de ação que sai deles. Começamos pelo nível mais próximo da operação que ainda não roda sozinho e desenhamos só o que a equipe consegue sustentar.

  4. Implementação

    Os encontros passam a acontecer na rotina, com a consultoria ao lado até que a própria equipe conduza. Quando esse nível roda, passamos ao seguinte.

  5. Autonomia

    Por um período combinado, a equipe conduz tudo sem a consultoria. Ao fim, a própria equipe lê o que se sustentou, e nós conferimos. O trabalho termina numa conversa com a direção sobre o que se sustenta, o que ainda não se sustenta e o que fica com a empresa.

Em todas as etapas, as pessoas são preparadas para o papel que exercem, e isso não é um treinamento só na abertura. O acompanhamento continua até o papel virar hábito.

O que fica com a empresa

  • Encontros de decisão acontecendo na rotina, cada um conduzido por alguém da equipe.
  • Indicadores com fonte e definição claras, usados nesses encontros.
  • Um plano de ação em uso, com prazo e responsável em cada item.
  • As ferramentas e os registros que alimentam tudo isso, mantidos pela própria equipe.
  • Pessoas preparadas para o papel que exercem.

O que este trabalho não é

Não é implantação de software, reestruturação de equipes nem um novo planejamento estratégico. O nosso papel é apontar e acompanhar. A execução das decisões continua sendo da empresa.

Para quem

Para cooperativas e empresas que querem transformar seus objetivos em resultados. O trabalho pode abranger a organização inteira ou uma área e um projeto específicos.

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